Publicado na revista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica: da observação clínica no Centro de Queimados do Hospital do Andaraí à criação do Dermazine, a história de como a sulfadiazina de prata sintetizada no Brasil por Luís Eduardo da Cruz se tornou referência no tratamento de queimaduras, escaras, úlceras e feridas cirúrgicas na cirurgia plástica e reconstrutiva.
Um produto biológico derivado de sangue de cordão umbilical avançou, sob IND autorizada pelo FDA, para um ensaio clínico de Fase 1 em dor lombar por síndrome da articulação sacroilíaca. Entenda o que o estudo NCT06415461 mostrou, o que ainda não comprova e por que isso é um marco para a medicina regenerativa.
Armazenar sangue de cordão umbilical não é uma apólice de seguro, é uma opção biológica. Entenda o que são as células progenitoras hematopoéticas preservadas, quais usos clínicos já são estabelecidos, o que ainda é experimental e o que a RDC nº 836/2023 da Anvisa exige de um biobanco.
Em mecânica quântica, o obstáculo principal não é a matemática, mas a intuição: nosso cérebro evoluiu na savana africana para entender frutas caindo e animais correndo, não campos e ondas. Por isso perguntar “onde está o elétron?” pode ser a própria armadilha.
A capacidade tecnológica avança mais rápido que as instituições que a governam. Nas ciências da vida, o desafio é construir uma regulação capaz de compreender a inovação.
A Math Inc., startup californiana, desenvolveu um agente de IA chamado Gauss que, em apenas três semanas e sem ajuda humana significativa, formalizou em código Lean um dos teoremas mais importantes da teoria dos números.
Enquanto a Takeda anuncia saída da pesquisa em terapia celular, a Bayer avança com bemdaneprocel e AB-1005 para Parkinson — um sinal de que terapias avançadas não são uma corrida única, mas várias maratonas.
O CAR-T alogênico não está morto, mas precisa provar vantagem diferenciada — acesso, novas indicações como LMA e doenças autoimunes, menos condicionamento e melhor persistência — enquanto o CAR-T in vivo concentra capital e atenção.
Uma célula construída do zero que cresce e se divide sinaliza uma mudança de paradigma na biologia — e redefine o valor de tecidos autólogos criopreservados hoje.
Como protocolos de congelamento controlado, rastreabilidade auditável e sistemas de qualidade sustentam a viabilidade das células-tronco ao longo dos anos — do crioprotetor à liberação clínica da amostra.
Escalonamento produtivo, validação analítica, ensaios clínicos e cadeia de frio: os gargalos regulatórios e logísticos que separam uma prova de conceito de um Produto de Terapia Avançada disponível ao paciente.
Por que reunir pesquisa, criobiologia, desenvolvimento farmacêutico e produção sob a mesma governança reduz risco, encurta o ciclo de tradução científica — e qual é o custo de gestão dessa escolha.
Amplitude térmica, dupla poda e seleção de castas na Serra da Mantiqueira: uma leitura técnica sobre como produzir vinhos finos em clima tropical de altitude.
Como levar um Produto de Terapia Avançada brasileiro ao exterior com estratégia dual desde o pré-clínico: alinhar CMC, GMP e desenho clínico à ANVISA e a FDA/EMA ao mesmo tempo, evitando retrabalho de dossiê.
Como financiar um Produto de Terapia Avançada: definição de milestones técnicos e regulatórios realistas, fomento FINEP, capital paciente e gestão de runway até o ensaio clínico.
Potência, identidade e estabilidade são o núcleo do CMC em terapia celular. Como desenhar ensaios reprodutíveis, ligados ao mecanismo de ação e aceitos por ANVISA, FDA e EMA.
Comparativo estratégico entre ANVISA, FDA e EMA para Produtos de Terapia Avançada: exigências de CMC, vias regulatórias, previsibilidade de prazos e impacto direto na decisão de investimento.
Checklist prático do dossiê de PTA na ANVISA: o que mais gera exigência e reprovação em potência, consistência de lotes, estabilidade, rastreabilidade e GMP — e como se antecipar.
PTA ANVISA: guia completo para aprovar e escalar Produto de Terapia Avançada no Brasil. Regulação, CMC, GMP, potência, estabilidade, clínica e estratégia.
Revisão baseada em evidências sobre exossomos e vesículas extracelulares em medicina regenerativa: o que sabemos, o que falta e os desafios de tradução clínica.